Artigo

Banca em Análise 2015

10 anos de ambição 10 anos de evolução

Com interesse

É com particular satisfação que a Deloitte apresenta a 10ª edição do Estudo Banca em Análise.

Em 10 anos assistimos no sector financeiro a uma ambição extraordinária, da qual resultou uma evolução positiva, muito significativa. Foram, nestes 10 anos, criadas mais de 10 instituições financeiras com actividade comercial, e as que já existiam assistiram a um crescimento no caminho da sofisticação e modelos de sustentabilidade das suas operações que lhes oferecem hoje, uma posição consolidada no mercado nacional e em alguns casos, em mercados internacionais.

Ao longo destes 10 anos, o sector financeiro foi um dos motores do progresso e inclusão social. Os bancos comerciais fizeram o seu papel, a par do Banco Nacional de Angola, alicerce do sistema financeiro, que escolheu também como sua a missão de impor o sector financeiro como um pilar da economia nacional.

No espaço destes 10 anos, observámos um número significativo de indicadores positivos relacionados com o sector, dos quais destacamos o facto de em 2005, a banca nacional empregar cerca de 4.300 profissionais, sendo que este número terá ultrapassado as 19.000 pessoas durante o ano de 2014. Adicionalmente, ao nível de presença geográfica, reportámos em 2005 a existência de 230 agências bancárias em Angola, ascendendo este número hoje a mais de 1.600 balcões em todo o país.

Estas são vitórias que fazem parte do crescimento do sector, e que se alinham com a ambição de afirmação e progresso do país, tendo o sector financeiro este papel fundamental de serviço ao cliente, a par do trabalho que conduz no enriquecimento do tecido empresarial e sofisticação dos seus agentes.

Da 10ª edição do Banca em Análise fazem parte algumas grandes conclusões. No último ano, em particular, anima-nos a evolução positiva que os bancos continuam a ter, na confiança dos depositantes, com mais um ano de crescimento significativo do volume de depósitos, bem como a evolução muito significativa de todos os indicadores relacionados com a utilização do sistema financeiro nas transacções económicas correntes, sendo de destacar o aumento de 59% no volume de transacções efectuadas em terminais de pagamento, entre 2013 e 2014. É normal que também existam desafios, e o sector deve estar atento à evolução desfavorável dos rácios de crédito vencido que se verificou neste último ano.

No estudo, continuamos a contar com a visão dos líderes do sector, que nos transmitem o pulso com que gerem as suas organizações, e a energia com que orientam o seu trabalho. Este é um elemento fundamental para compreender como vai ser conduzido o crescimento e o progresso. Nesta edição contamos não apenas com os testemunhos de líderes de instituições que operam no mercado há vários anos, como de actores que farão parte do que será desenhado para o futuro.

No ano em que celebramos a 10ª edição do Banca em Análise, o mesmo ano em que o País celebra o 40º aniversário da Independência Nacional, é um orgulho para a Deloitte poder ter assistido e fazer parte desta história. Ela conta o princípio de um caminho longo e de grande sucesso. Continuaremos firmes no papel que nos cumpre de apoiar, mas também de desafiar o progresso da economia nacional e a afirmação do país.

 

Rui Santos Silva
Country Managing Partner

 

Deloitte lança 10ª edição do estudo Banca em Análise

A Deloitte acaba de lançar a 10ª edição do estudo Banca em Análise, num evento dedicado ao sector bancário, onde foi apresentado o resultado final de uma análise à performance do sector financeiro angolano durante o ano de 2014.

A iniciativa anual compara os bancos em termos de dimensão, rentabilidade e eficiência, juntando estudos globais da economia e do sector, bem como entrevistas com os seus protagonistas.

Também nesta edição, foi lançado o Artigo 3 no âmbito do Observatório da Inclusão Financeira. Esta é uma iniciativa da 8ª edição da Banca em Análise, sendo este o terceiro artigo através do qual a Deloitte mantém a periodicidade e tratamento deste tema, que continua a merecer máxima atenção dos agentes económicos.

Conheça as principais conclusões do estudo aqui.

Aceda aqui ao comunicado de imprensa desta edição.

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