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Pesquisa da Deloitte registra crescimento médio anual de 21% no faturamento das 100 PMEs que mais cresceram entre 2014 e 2016

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Segundo o estudo “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, as empresas emergentes de maior expansão não deixaram de fazer – e ampliar – investimentos em frentes importantes, como tecnologia, inovação, máquinas e equipamentos

As 100 pequenas e médias empresas que compõem a pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, realizada pela Deloitte, apresentaram um crescimento médio anual de 21%, no período de 2014 a 2016. Apesar do cenário de inflexão da atividade econômica brasileira, o que garantiu a expansão das companhias listadas no ranking foi a manutenção, ou até a ampliação, de investimentos em áreas importantes, como softwares, máquinas e equipamentos. Além disso, um grupo importante de empresas entre as PMEs classificadas para o ranking está engajado em práticas de fomento à inovação.

A pesquisa, produzida há 12 anos em parceria com a revista Exame, retrata como as empresas emergentes que mais cresceram aliam temas de maior impacto sobre os negócios – tais como gestão, governança corporativa, capital humano, empreendedorismo, inovação e finanças – aos desafios impostos pelas condições macroeconômicas brasileiras.

“Um dos fatores para o sucesso das empresas que, conforme indica a pesquisa, conseguiram crescer de modo acelerado nos últimos anos, foi a adoção de práticas ligadas à inovação, para buscar competitividade, o que envolve desde a revisão de processos ao desenvolvimento de novos produtos”, avalia Othon Almeida, sócio-líder de Market Development da Deloitte.

A fim de fomentar a inovação em suas operações, o estudo mostra que as PMEs que compõem o ranking focaram seus investimentos na área de tecnologia (80%). E, para garantir a manutenção e estimular o crescimento dos negócios, 89% das companhias participantes da pesquisa adquiriram máquinas e equipamentos, enquanto 88% lançaram novos produtos ou serviços.

O quadro de funcionários das organizações que figuram no ranking foi preservado, com destaque para o aumento de 23% na receita líquida por funcionário registrada em 2016. Isso significa que, além de conseguir manter o patamar de empregos, o pequeno e médio empresário de sucesso conseguiu ampliar a eficiência de sua força de trabalho.

Metodologia

Entre as 291 PMEs inscritas, 185 atenderam a todos os critérios estabelecidos para a pesquisa e 100 foram classificadas para o ranking. A apuração de campo ocorreu entre os meses de junho e julho de 2017. “As posições das empresas participantes no ranking – que devem estar em fase operacional, no Brasil, há mais de cinco anos – são definidas pela ordem decrescente dos resultados da taxa de crescimento médio anual composta da receita líquida de cada organização no período de 2014 a 2016”, explica Giovanni Cordeiro, gerente de Market Development da Deloitte e responsável técnico pela pesquisa.

Entre os critérios adotados para qualificar as empresas no ranking, era necessário possuir receita líquida entre R$ 5 milhões e R$ 500 milhões em 2016 (último ano do triênio avaliado) e não estar vinculada (coligada ou controlada) a grupo empresarial com receita líquida igual ou superior a R$ 2 bilhões em 2016, independentemente da origem de seu capital.

Evento de lançamento

O anúncio das empresas listadas na pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil” aconteceu no Hotel Unique, em São Paulo, no dia 21 de setembro. A Deloitte realiza este evento com a parceria de divulgação da revista EXAME e o apoio das instituições Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, S&P Global – Market Intelligence e SAP.

In Press Porter Novelli

Assessoria de imprensa

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