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Pesquisa da Deloitte sobre empresas emergentes aponta crescimento médio anual de 27% no faturamento das PMEs brasileiras de 2013 a 2015

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De acordo com o estudo “As PMEs que mais crescem no Brasil”, 100 empresas de diversos setores conseguiram driblar a crise e colher resultados positivos

As 100 pequenas e médias empresas selecionadas pelo ranking “As PMEs que mais crescem no Brasil”, realizada pela Deloitte, apresentaram um crescimento médio anual de 27%, no período de 2013 a 2015. A pesquisa, produzida há mais de uma década, apresenta exemplos de empreendedores que conseguiram encontrar caminhos para avançar em meio à atual turbulência da economia brasileira, mantendo resultados positivos e consistentes ano a ano.

O ranking, elaborado em parceria com a revista Exame, da Editora Abril, revela que a busca pelo melhor desempenho ante o desafio imposto pelas condições macroeconômicas se deu a partir de um olhar para dentro das próprias organizações, mas com um enfoque diferente. No perfil das vencedoras, fica evidente que o sucesso não é aplicação de uma das boas práticas destacadas neste relatório para o desenvolvimento do negócio, mas a combinação de todas elas.

“O diferencial para que essas empresas obtivessem sucesso foi terem percebido que o momento exigia reorganização e diversificação de modelos de negócios. Além de reestruturar sua gestão e ativos, foi preciso encontrar novas formas de interagir com seus clientes, fornecedores e funcionários, adotar estratégias diferenciadas para avaliar riscos, e investir em tecnologias para otimizar processos”, afirma Heloisa Montes, sócia da área de Consultoria Empresarial da Deloitte e responsável técnica pelo ranking.

Como tradicionalmente ocorre ao longo das 11 edições da pesquisa, o setor de Tecnologia da Informação foi o mais representativo, respondendo sozinho por 40% das PMEs listadas no ranking. Além da prevalência dessas empresas, a tecnologia é também o grande pilar da inovação, e torna-se um imperativo para que as pequenas e médias organizações possam seguir competitivas.

O estudo destaca que diferentemente da boa parcela das empresas brasileiras, as PMEs que mais cresceram não aumentaram seu endividamento em 2015 – mantiveram seu nível de dívida nos patamares de 2013. Ou seja, mesmo impactadas pela inadimplência de clientes, as pequenas e médias conseguiram manter suas atividades sem aumentar o grau de endividamento. Apesar do cenário pouco encorajador, as PMEs de maior crescimento aumentaram seus investimentos nos últimos três anos, com foco em otimizar processos, obter ganhos de produtividade e rever o portfólio de apostas estratégicas.

Metodologia

Entre as 250 PMEs inscritas, 191 atenderam a todos os critérios estabelecidos para a pesquisa e 100 foram classificadas para o ranking.  A apuração de campo ocorreu entre os meses de junho e julho de 2016.

Entre os critérios adotados para qualificar as empresas no ranking, era necessário estar em fase operacional, no Brasil, há pelo menos cinco anos (para a pesquisa de 2016, ao menos, desde 01/01/2011); possuir receita líquida entre R$ 5 milhões e R$ 450 milhões em 2015 (último ano do triênio avaliado) e não estar vinculada (coligada ou controlada) a grupo empresarial com receita líquida igual ou superior a R$ 2 bilhões em 2015, independentemente da origem de seu capital.

In Press Porter Novelli

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