Releases para imprensa

Pesquisa da Deloitte aponta que salários ainda não recuperaram totalmente o valor perdido nos últimos anos, mas os níveis de reajuste em 2017 apresentam melhora em relação aos anos anteriores

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· Pesquisa Nacional de Remuneração e Tendências 2018 mostra aumento na quantidade de cargos que tiveram reajuste superior a inflação em 2017 em relação a 2016;

· Presença feminina em cargos de diretoria aumentou 9% nos últimos dois anos.

Aumento salarial, participação de mulheres em funções executivas e novos benefícios oferecidos pelas empresas são alguns dos destaques da Pesquisa Nacional de Remuneração e Tendências 2018, realizada pela Deloitte com 133 empresas de diversos ramos de atividade em todas as regiões brasileiras.

Em resposta ao cenário adverso nas atividades econômicas do país, os salários de grande parte dos cargos pesquisados ainda não recuperaram totalmente o valor perdido nos últimos anos. Porém, os níveis de reajuste em 2017 apresentaram melhora em relação aos anos anteriores. “Em 2015, 75% das funções pesquisadas perderam valor em termos de remuneração, ou seja, tiveram reajustes inferiores a inflação. Esse cenário foi modificado em 2017, onde 53% das funções tiveram recuperação com reajustes acima da inflação, o que amenizou essa perda de valor ocorrida lá atrás. O baixo nível de inflação ajuda consideravelmente essa recuperação de valor, já que os percentuais mais baixos permitem às empresas aplicarem reajustes que cobrem a inflação”, explica Edson Cedraz, sócio da Deloitte.

A média salarial ao longo dos anos apresentou crescimento geral de 1% a 9% nos cargos hierárquicos mais altos, gerentes e diretores. Porém, observa-se uma queda nos cargos operacionais, que diminuíram em 2% o valor salarial.

Um destaque foi que muitas empresas ainda não utilizam a remuneração variável para todos os níveis hierárquicos e as empresas brasileiras exploram muito pouco os modelos de remuneração, baseadas em incentivos.

Outros achados da pesquisa estão associados à necessidade de as empresas investirem em processos de gestão de RH, assim como planejarem estrategicamente quais posições terão maior valorização, como forma de reter os profissionais mais críticos para as organizações.

O estudo, semelhante aos resultados do ano passado, aponta que as empresas continuam apostando na capacitação de seus profissionais. A principal tendência de investimento na área de Recursos Humanos será em Treinamento e Desenvolvimento (57%). Assim como em 2017, mostra mais uma vez o anseio das empresas em obter Capital Humano mais personalizado e qualificado. Recrutamento e Seleção, este ano, é a 2ª área mais citada pelas organizações para receber investimentos, setor que ocupava o 5º lugar em 2017. No ano anterior, em média, 0,92% do faturamento líquido das companhias foi destinado à programas de treinamento, índice que deve chegar a 1,22% neste ano.

Na 27ª edição da Pesquisa de Remuneração e Tendências é detalhada também a participação feminina nas organizações. Ainda que a quantidade de mulheres em cargos executivos seja muito menor em comparação aos homens, houve um gradativo aumento dessa presença em altos cargos com o passar dos anos. Em 2017, a média da participação em cargos de gerência e diretoria era de 27% e 16%, respectivamente, enquanto que, em 2018, aumentou para 30% e 19%. “É importante destacar que as empresas brasileiras ainda não estão tão ligadas a esse assunto, mas é uma tendência a se cogitar para um futuro próximo”, declara Cedraz.

Outra informação importante é a concessão de benefícios aos profissionais: com um aumento de 4% em relação a 2017, esses proventos, sobre a Folha Nominal, chegaram a 28%. Os benefícios mais ofertados pelas companhias são Assistência Médico-hospitalar, Seguro de Vida e Auxílio Refeição.

Pesquisa Nacional de Remuneração e Tendências 2018

Realizada há mais de 25 anos pela Deloitte, a Pesquisa de Remuneração e Tendências é um dos estudos mais completos sobre o tema no mercado nacional. Além de apontar tendências, apresenta dados sobre remuneração e benefícios nos últimos anos, bem como as práticas de Recursos Humanos mais utilizadas e aquelas que devem ser o futuro da área em companhias dos mais variados ramos da atividade econômica no País. A edição de 2018 foi realizada com 133 empresas de diversos segmentos, a maioria de grande porte, de nacionalidade brasileira e distribuídas pelas cinco regiões do Brasil.

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