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SindusCon-SP e Deloitte lançam estudo que apresenta oportunidades para o mercado da construção civil no Estado

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Levantamento traz análise sobre 10 cidades sob três pontos de vista: demografia, oferta no setor e cenário econômico, destacando as oportunidades locais e seus focos de investimento

No último ano, o setor de construção civil sofreu baixas no País, impactado, em grande parte, pelas quedas do Produto Interno Bruto (PIB) e da produção de insumos do setor. Diante desses fatores, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e a Deloitte apresentam o “Estudo de Atratividade das Sub-Regiões do Estado de São Paulo”, que aponta o potencial de desenvolvimento para a construção civil em algumas das cidades mais representativas do Estado de São Paulo, mostrando que ainda há oportunidades, apesar das incertezas em relação ao cenário econômico.

O estudo, que foca em 10 cidades-chave – Bauru, Campinas, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Santo André, Santos e Sorocaba – traz análises sob três pontos de vista: demografia, oferta no setor e cenário econômico. Com essa gama de dados, foi possível identificar que o cenário de construção civil do Estado é bastante diversificado – já que cada cidade possui suas particularidades –, destacando que os empresários do setor devem conhecer as necessidades e características de cada localidade para planejarem os produtos e serviços adequados.

“As sub-regiões avaliadas apresentam oportunidades para todos os segmentos inseridos no setor de construção civil. Basta analisar criteriosamente a demanda de cada cidade. Enxergamos, portanto, que o avanço dessa expansão está nas mãos das empresas que conseguirem compreender essa peculiaridade”, comenta diretora da área de Consultoria Empresarial da Deloitte, Marie Rodrigues, especialista no setor de construção e corresponsável pelo estudo.

No levantamento, foi possível avaliar os principais potenciais e os melhores caminhos de desenvolvimento para cada cidade no mercado de construção, por meio da avaliação de três grandes grupos de fatores. São eles: dados demográficos, oferta de construção civil (segmentada em habitação de interesse social, residencial de média renda, residencial de alta renda, galpões logísticos, construções corporativas, construções comerciais e obras públicas, políticas de sustentabilidade adotadas pelas Prefeituras relacionadas à construção civil e ciclo de aprovação de licenciamento) e cenário econômico da região.

“O mapeamento de oportunidades vai auxiliar as construtoras a investirem com mais segurança. Ressalto que é importante que as empresas locais sejam parceiras para que as ações sejam assertivas”, afirma o vice-presidente de Imobiliário do SindusCon-SP, Odair Senra.

Oportunidades e focos das cidades-chave avaliadas

· Presidente Prudente: possui foco na construção de média renda, com 2.228 unidades habitacionais e também na de baixa renda, com a Habitação de Interesse Social (HIS), com 1.600 unidades previstas até 2020. Também apresenta o ciclo mais rápido, entre todas os municípios analisados, para o licenciamento e a aprovação de novos empreendimentos.

· Sorocaba: destaque para as construções de domicílios para a classe D, com mais de 72 mil habitações construídas nos últimos anos. Além disso, a taxa de vacância comercial é superior à taxa de vacância residencial – respectivamente, 20% e 10%.

· Santos: apresenta o menor Imposto sobre Serviço (ISS), apenas 2%, entre todas as cidades pesquisadas. Também está entre os municípios com maior poder de compra da população.

· Santo André: obteve um dos maiores crescimentos médios da construção em infraestrutura – com um aumento de 161%, no comparativo entre 2010 a 2014. A cidade também apresenta o segundo ciclo mais rápido para o licenciamento e aprovação de novos empreendimentos.

· Ribeirão Preto: os principais focos estão em habitação popular e obras públicas, com a expectativa de construção de 1.481 novas Habitações de Interesse Social (HIS) e também ocorrerá a construção de 49 obras públicas, ambas ações previstas para ocorrer entre 2016 e 2020. 

· São José dos Campos: apresenta forte aumento no número de obras públicas na região nos últimos anos, com foco em infraestrutura, em função de sua localização estratégica, perto de São Paulo e no centro do Vale do Paraíba.

· São José do Rio Preto: o município possui dois grandes pontos de destaque, a construção de 521 galpões logísticos, entre 2016 e 2020, e a construção de domicílios da classe C, que apresentou aumento de 33% no período de 2010 a 2014.  

· Mogi das Cruzes: juntamente com Santos, Mogi das Cruzes possui o maior número médio de profissionais atuando em empresas da construção civil.

· Campinas: é o segundo maior polo econômico do Estado, o que causa um aumento por imóveis residenciais acima da média em relação às demais cidades avaliadas. Além disso, possui o nicho de mercado mais diversificado entre os tipos de domicílios ofertados, abarcando as classes A, B, C, D e E.

· Bauru: o foco se concentra em imóveis residenciais para a classe D, que representam 42% das aquisições mais recentes. Nos dois últimos anos, foram lançados 2.439 imóveis residenciais novos, sendo os apartamentos econômicos, com 2 dormitórios, o tipo de unidade habitacional mais comercializada.

In Press Porter Novelli

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