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Deloitte apresenta pesquisa sobre gestão orçamentária no setor de Construção Civil

Release para imprensa

· Estudo aponta desvio médio de 22% entre receitas atuais e previstas;

· Baixo uso de ferramentas tecnológicas e pouca dedicação à previsão de problemas também foram apontados durante a pesquisa.

São Paulo, 01 de setembro de 2014 – A Deloitte realizou, em parceria com o SindusCon e com apoio do Secovi, pesquisa inédita para o setor de Construção Civil, sobre Gestão Orçamentária, com 71 empresas do setor, entre março e abril deste ano. O objetivo foi identificar as práticas utilizadas no planejamento orçamentário e encontrar as principais dificuldades que enfrentam em relação ao tema. Ao mesmo tempo, detectou que o desvio médio entre as receitas atuais e as previstas foi de 21,7%: “É um indicativo preocupante. O desvio é muito alto. A pesquisa aponta que o foco está no resultado final do processo de planejamento e orçamento, com pouca atenção a situações de risco”, afirma Marie Rodrigues, diretora da área de Consultoria da Deloitte.

A pesquisa também aponta possíveis causas para esse resultado: 38% dos entrevistados acreditam que realmente há divergências entre as previsões e as metas, enquanto 32% discordam. Inclusive, um número significativo de executivos e gestores (36%) acredita que há pouca integração em todo o processo de produção da gestão orçamentária, e 46% discordam disso. Para Marie, o alto índice de discordância entre os executivos, sobre possíveis causas para o desvio, é forte indicativo de que as empresas devem procurar alinhar e integrar todos os processos envolvidos no planejamento da gestão orçamentária.

Além disso, a pesquisa detectou que os gestores estão mais preocupados com relação ao histórico de eventos ocorridos do que com a previsão de novas ocorrências (41% dos entrevistados) e com uma prática sistemática de se lidar com os problemas apenas quando acontecem, quando poderiam prevê-los no orçamento. Do total de empresas pesquisadas, 51% direcionam os riscos à medida que ocorrem, enquanto 30% possuem uma lista de contingências para sanar possíveis divergências orçamentárias. “Essa dificuldade mostra que os gestores estão mais preocupados com o dia a dia da empresa, com pouco tempo para dedicar a questões estratégicas”, analisa Marie.

Ferramentas especializadas

Outro ponto que chamou a atenção dos pesquisadores foi a ausência, na maioria dos casos, do uso de ferramentas especializadas para a gestão orçamentária das empresas. Apesar de 45% dos entrevistados discordarem da afirmação de que “há uso escasso da tecnologia no atual processo de orçamento”, 71% desses entrevistados utilizam apenas planilhas eletrônicas.

Perspectivas para o setor

Os gestores também estão divididos quanto às perspectivas para o setor em 2015. De acordo com a pesquisa, 30% dos entrevistados acreditam que o setor de Construção Civil passa, em 2014, por um excelente ou bom momento. Para 2015, esse número sobe para 33%. Ao mesmo tempo, 11% acham que o segmento enfrenta um momento ruim ou péssimo, e esse índice aumenta em relação a 2015 (29%). Os que acham hoje que o segmento passa por um momento regular somam 59%, mas esse número cai para 38% quando questionados sobre como será 2015. 

In Press Porter Novelli

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