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Geração Y brasileira demonstra interesse por novas tecnologias que aprimorem a experiência de dirigir

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Estudo da Deloitte, com 23 mil consumidores de 19 países, mostra que a geração Y deseja veículos com custos acessíveis, que tenham tecnologias focadas em melhorar a segurança e com combustíveis cada vez mais eficientes

São Paulo, 7 de outubro de 2014 – Os consumidores da geração Y (nascidos entre 1977 e 1994, conforme metodologia adotada pela pesquisa) do Brasil mostram interesse em adquirir o próprio carro. Cerca de 83% planejam adquirir um veículo nos próximos cinco anos, porém, da mesma forma, apontam o interesse em preços mais atrativos e alternativas mais convenientes de acesso à compra. O estudo também aponta que eles anseiam por tecnologias voltadas à segurança, especialmente recursos que atenuem riscos em relação à distração ao volante. Essas são algumas das principais conclusões da pesquisa inédita “2014 Global Automotive Consumer Study”, organizada pela Deloitte, a partir da analise de dados de mais de 23.000 consumidores com o perfil de idade em 19 países (no Brasil, 2.000 pessoas participaram do estudo, sendo 47% deles integrantes da geração Y).

O estudo mostra as necessidades e os desejos da geração Y, que representa a maior fatia de potenciais consumidores desde a geração dos chamados “Baby Boomers” (nascidos entre 1945 e 1964). "Os consumidores da geração Y brasileira são considerados como altamente conscientes em relação aos custos com veículos, já que quase dois terços citam condições de acesso à compra e os custos operacionais como razões para não adquirir um carro", comenta Ivar Berntz, sócio da área de Consultoria da Deloitte no Brasil e que lidera as iniciativas relacionadas ao segmento automotivo.

Além disso, a fidelização às marcas será um desafio para as montadoras de automóveis, já que 88% dos consumidores da geração Y consideram três ou mais opções na hora de comprar um veículo. Apesar desse público ter uma clara definição do que deseja, as montadoras devem enfatizar e aprimorar a experiência do cliente para melhorar a percepção de valor. No Brasil, apenas 39% da geração Y sentem que recebem um atendimento bom e com respeito pelos vendedores de automóveis.

Tecnologia como motor da geração Y

No âmbito geral, a geração Y aspira por tecnologias voltadas ao segmento de segurança, especialmente recursos que atenuem riscos em relação à distração durante o momento da condução. Os brasileiros que participaram do estudo também têm esse interesse, focando em soluções de prevenção no envolvimento em situações perigosas de condução. "Mais de três quartos (76%) anseiam por tecnologias de reconhecimento, que detectem a presença de outros veículos nas vias e 73% desejam ter acesso a uma tecnologia que lhes permitam saber quando excederam o limite de velocidade, por exemplo", complementa Maurício Muramoto, diretor da Deloitte dedicado ao setor automotivo.

Além das questões de segurança, outro ponto de destaque é a demanda pela melhoria da eficiência energética. A pesquisa revela que, em cinco anos, 64% vão preferir conduzir um veículo que utilize novos modelos de propulsão, e 72% dizem que estão dispostos a pagar mais por estas alternativas. Eles também gostariam de contar com um apoio do governo para auxiliar a custear essas tecnologias, sendo que 63% indicam que apoiariam programas governamentais que recompensassem os consumidores que optassem por carros com motores alternativos e/ou com melhoria da eficiência energética.

"A pesquisa mostra oportunidades interessantes para a indústria automotiva conhecer melhor e capturar a geração Y, que é uma força jovem, poderosa e cada vez mais influente no mercado. Hoje, tecnologia e inovação estão crescendo a uma taxa exponencial, proporcionando disrupções e oportunidades para a indústria automotiva", finaliza Joe Vitale, líder global da indústria Automotiva da Deloitte.

In Press Porter Novelli

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