Releases para imprensa

Investimentos para 2014 focam em fatores associados à ampliação da competitividade das organizações

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São Paulo, 21 de janeiro de 2014 – A intenção de investimentos para o ano de 2014, conforme a opinião de 509 líderes empresariais, aponta um reforço às estratégias de competitividade das organizações. Segundo eles, os principais campos que devem ser foco de investimentos são treinamento para capital humano (67% dos entrevistados), lançamento de produtos e serviços (55%), ações de marketing e comunicação (51%) e novas tecnologias (51%). Respectivamente, os investimentos nestes campos devem ser 11%, 13%, 14% e 13% maiores em relação ao praticado ao longo de 2013 (veja tabela na página a seguir).

A nova edição da pesquisa “Panorama Empresarial”, cujo período de coleta de respostas foi concluído em outubro de 2013, pela Deloitte, com a participação de líderes de negócios de todos os portes, mostra que o empresariado nacional prefere avançar em decisões de investimento que enderecem questões associadas à produtividade e à receita, à atuação geográfica e ao melhor posicionamento de mercado.

Destaque para setores ligados à cadeia do consumo

Segundo a pesquisa, os setores que mais se destacam na intenção de realizar investimentos, seguindo os principais campos apontados pelos líderes empresariais na pesquisa, são o de veículos e autopeças, comércio e têxtil e calçados.

Para José Paulo Rocha, sócio-líder da área de Financial Advisory da Deloitte, os setores que se destacam estão atrelados à cadeia do consumo interno, base do crescimento do País nos últimos anos. “A relação mostra a intenção das organizações em ainda aproveitar um movimento que foi importante para a economia brasileira, mas que já mostra sinal de esgotamento e a necessidade do País focar uma fonte diferente para estruturar o seu novo ciclo de crescimento”.

Diante da perspectiva de investimentos assinalada pelos líderes empresariais, José Paulo aponta a necessidade de uma guinada rumo aos investimentos em infraestrutura e inovação como a próxima linha determinante do desenvolvimento brasileiro, “O Brasil, e as empresas que aqui atuam, precisam focar uma nova era de crescimento baseada nos investimentos em infraestrutura e bases produtivas modernas. Nesse movimento, a participação do setor privado é fundamental, já que ele executa grande parte dos investimentos realizados no País”, destaca.

José Paulo também aponta o papel do governo, que deve agir como um facilitador para apoiar a transição de eras. “Os projetos de investimento existem e muitas empresas querem executá-los. Porém, para esse movimento ganhar maior proporção, o governo deve agir em pontos críticos do ‘custo Brasil’ e apoiar a concretização de negócios. A esfera governamental não precisa ser o executor, mas o facilitador a partir de ações que deixem a taxa de retorno mais atrativa ao investidor que vai capitanear o projeto”.

 *Média das respostas

Perfil das empresas participantes

O levantamento contou com 509 respondentes, sendo 57% das empresas sediadas em São Paulo; 15% na região Sudeste (sem São Paulo); 19% na região Sul, 6% da região Nordeste e 3% das regiões Norte e Centro-Oeste. No total, 15% delas possuem receita de mais de R$ 1 bilhão de reais; outros 15%, entre R$ 300 milhões a R$ 1 bilhão; 29% contam com receita entre R$ 50 milhões a R$ 300 milhões e 41% têm receitas menores que R$ 50 milhões.  

In Press Porter Novelli

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