Pesquisas

O futuro das regulamentações 

Tecnologias e estratégias para os órgãos reguladores do amanhã

A implementação de novas tecnologias apoia os órgãos reguladores a otimizar as práticas regulatórias, tornando seus procedimentos mais eficientes e eficazes e, ao mesmo tempo, reduzindo os custos em compliance, o que melhorará a experiência nos negócios.

Tecnologias disruptivas continuam evoluindo e ajudando a reestruturar os modelos tradicionais de negócios, além de permitir às organizações endereçar novos desafios. Ao mesmo tempo, as agências reguladoras vêm trabalhando para inovar em seus processos e tecnologias com auxílio de inteligência artificial (IA), machine learning, big data, blockchain e Internet das Coisas (IoT), de forma a estimular o crescimento econômico e a melhora das atividades.

A pesquisa global da Deloitte “O futuro das regulamentações: Tecnologias e estratégias para os órgãos reguladores do amanhã” destaca que a busca por recursos e entendimento da dinâmica dos negócios e as possíveis implicações regulatórias nos mercados e indústrias continua. Nesse contexto, as tecnologias incentivam formas diversificadas de tratar os negócios, além de oferecer oportunidades de inovação na supervisão, inspeção e fiscalização de tarefas.

Qualquer esforço de modernização deve começar com uma revisão das normas já existentes, para evitar duplicatas ou desatualizações desnecessárias e, assim, gerar valor aos processos. Um exame avançado pode ajudar órgãos reguladores a entender as regulamentações em conjunto com a tecnologia, aumentando a eficiência, reduzindo o desperdício e aproveitando o potencial dos recursos disponíveis.

O estudo ressalta também que, apesar dos avanços e das transformações trazidas pelas novas ferramentas, os órgãos reguladores ainda precisam lidar com questões básicas como identificação de ameaças, monitoramento de compliance e acompanhamento de regulamentações que sejam bem aderidas pela sociedade.

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