Pesquisas

Jornada da captação

Transformação financeira na busca de recursos

A 10ª edição da pesquisa realizada pela Deloitte e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) aborda as estratégias das empresas em busca de alternativas de captação de recursos, diante do cenário econômico desafiador que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos.

O Brasil vive um período de inflexão em sua economia, reflexo de uma recessão que deixou em suspenso o crescimento do País. Como, nesse cenário, as empresas podem resistir e avançar em suas práticas de captação de recursos?

O mercado de capitais sempre foi uma importante fonte de capitalização e de vigor para os negócios. Para colher os seus benefícios, as empresas, por sua vez, têm de se estruturar de forma robusta em termos de controles internos, governança corporativa, gestão de riscos, comunicação com o mercado e transparência nas demonstrações financeiras. O profissional de Relações com Investidores (RI) tem um papel fundamental na articulação estratégica desse processo.

Com o objetivo de auxiliar as empresas em sua jornada de captação, a Deloitte e o IBRI foram a campo levantar os principais desafios e prioridades para quem quer se preparar para uma oferta inicial de ações (Initial Public Offering; IPO na sigla em inglês). E, no caso das companhias já listadas, reforçar o seu posicionamento na captação de recursos no mercado de capitais.

De acordo com a nossa pesquisa, realizada entre os meses de abril e maio de 2017, 32% das organizações de capital fechado entrevistadas declararam a intenção de fazer uma oferta inicial em bolsa. Contudo, considerando as incertezas da conjuntura econômica e política atual, a parcela de empresas de capital fechado que esperam fazê-lo nos próximos dois anos é de apenas 6%.

O IPO é um caminho longo de estruturação e transparência dos controles internos e das informações financeiras, mas as companhias que já passaram por esse processo foram claras em apontar seus benefícios: 46% das empresas de capital aberto identificaram um aumento no valor da empresa com a abertura do capital e 47% dessas organizações destacaram que o IPO foi a melhor forma de captação de recursos que a empresa poderia utilizar no momento.

Com esta pesquisa, buscamos traçar um panorama do potencial do mercado de capitais brasileiro, bem como identificar os caminhos para que as empresas possam compreender melhor o processo de abertura e os aspectos que envolvem a manutenção de uma empresa nesse meio. Os detalhes, você confere a seguir.

Destaques

1. Conhecer para acreditar – Disseminação do processo gera interesse

Grande parte (82%) das empresas de capital fechado participantes do estudo não conhece ou conhece parcialmente os procedimentos para a oferta inicial de ações. Em relação aos gastos, 66% dessas organizações destacaram não conhecer ou conhecer pouco os custos aproximados para esse processo. Até mesmo os benefícios estão fora do radar das organizações – 40% não sabem identificar um benefício com a abertura de capital além da captação financeira. Esse desconhecimento se reflete na falta de interesse das empresas de capital fechado em ingressar na bolsa de valores: mais de dois terços (68%) dessas organizações não preveem abrir capital. A reflexão leva a crer que a maior disseminação de conhecimento sobre processos, custos e benefícios relativos ao IPO naturalmente aumentaria o engajamento das organizações em aderir ao mercado de capitais.

 

2. Valor do IPO – Experiência reforça bons resultados

O IPO foi apontado como a melhor forma de captar recursos para 47% das empresas abertas participantes. Reforçando a percepção de benefício advindo com a abertura de capital, 46% das companhias abertas disseram que houve aumento do valor da empresa percebido pelos stakeholders após três meses da abertura.

 

3. Aquecimento – Mercado de capitais em ressurgimento

Quase um terço (32%) das organizações fechadas disseram pretender abrir futuramente o capital. No entanto, o atual momento de incertezas ainda inspira a atenção das empresas que pretendem fazê-lo no curto prazo: apenas 6% dos respondentes de capital fechado disseram querer abrir o capital nos próximos dois anos. Frente às atuais incertezas do ambiente macroeconômico brasileiro, o foco dos RIs tem se voltado ao valor percebido pelo acionista nacional (mais sensível às intempéries do dia a dia econômico) frente aos investidores estrangeiros (mais voltados ao médio e longo prazos). Melhorar a percepção do valor da empresa para o acionista nacional é prioridade para 64% dos RIs entrevistados, enquanto a mesma atividade em relação aos acionistas estrangeiros é prioritária para apenas 32% desses profissionais.

 

4. Desafios pós-IPO – Sabedoria para avançar na jornada

Entre as empresas com capital aberto, 54% declararam que a liquidez do papel da empresa está abaixo do que esperava antes do IPO. Metade dessas organizações pontuou não conhecer os gastos para fechar o capital. Familiaridade com novas práticas contábeis e de auditoria, de gestão e de governança, além do reforço nas estruturas que mais valorizam aos olhos de investidores e demais stakeholders, são essenciais para as empresas de capital aberto manterem sua sustentabilidade.

 

5. Geração de valor – Lacuna entre percepção interna e do mercado

A lacuna entre os valores atribuídos pela administração e pelo mercado é um dos principais desafios a serem administrados pelo profissional de Relações com Investidores (RI). Sessenta e oito por cento dos profissionais entrevistados destacaram existir essa lacuna em sua organização, em maior ou menor grau.

Empresas de capital fechado

Perfil e práticas

Representantes da parte mais expressiva das organizações que atuam no Brasil, as empresas de capital fechado por vezes ainda não têm a estrutura robusta necessária para ir à bolsa de valores captar recursos e, por vezes, temem perder o controle da empresa para pessoas que não são os fundadores. Contudo, essas organizações apresentam grande potencial para ampliarem o seu fôlego de captação, uma vez que estruturem suas práticas de controles internos, governança corporativa, gestão de riscos e comunicação com o mercado dentro dos critérios necessários para esse processos.

Trinta e um por cento da amostra de empresas de capital fechado participantes do estudo possuem faturamento superior a R$ 500 milhões.

A divulgação de demonstrações financeiras auditadas é uma prática obrigatória para as empresas que ingressam no mercado de capitais. Uma parte relevante (81%) das organizações de capital fechado entrevistadas possui demonstrações financeiras auditadas por auditoria externa independente. Sessenta e oito por cento das organizações fechadas elaboram demonstrações financeiras trimestrais – requisito obrigatório para as companhias listadas em bolsa.

Contar com uma estrutura de governança e gestão riscos é uma prática de transparência e de controle importante e que transmite confiança ao mercado. Algumas dessas estruturas já são adotadas pelas empresas fechadas com o objetivo de lidar com riscos eminentes em seus mercados de atuação. Para a empresa que deseja entrar no mercado de capitais, práticas como o estabelecimento de conselhos e comitês, bem como a estruturação das áreas de Relações com Investidores e de controles internos, são obrigatórias.

Oitenta e quatro por cento das organizações de capital fechado apresentam sistemas de controles internos, enquanto mais de dois terços (68%) contam com uma prática de auditoria interna.

Quando se chega ao conselho fiscal, apenas 22% das organizações de capital fechado entrevistadas declararam ter esta instância – indicando que há práticas de governança mais robustas que ainda precisam ser adotadas para que a empresa possa ter seus papéis negociados no mercado de capitais.

Entre as organizações de capital fechado, apenas 18% contam com um profissional dedicado à função de Relações com Investidores. Vale destacar que, dessa parcela, 73% são empresas que faturam acima de R$ 300 milhões.

 

Desafios da abertura

Cerca de um terço (32%) das organizações de capital fechado possui interesse em realizar IPO. Esse grupo é formado por empresas de todas as faixas de faturamento, de forma relativamente equilibrada. Ou seja, os números indicam também um interesse do mercado de pequenas e médias empresas em ingressar na bolsa.

No entanto, o atual momento de incertezas na economia e na política ainda inspira a atenção das empresas que pretendem fazê-lo no curto prazo: apenas 6% dos respondentes disseram querer abrir o capital nos próximos dois anos.

Essa falta de interesse pode ser reflexo de uma lacuna de conhecimento em relação aos procedimentos, custos e benefícios com a abertura de capital. Oitenta e dois por cento dos respondentes das empresas de capital fechado não se sentem plenamente informados em relação aos procedimentos para a abertura de capital, enquanto dois terços (66%) dessas organizações desconhecem ou conhecem pouco os seus custos. As empresas de capital fechado também não estão familiarizadas com os ganhos – 40% destacaram não saber de outros benefícios desse processo, além da ampliação da capacidade de captação de recursos.

A definição das características da operação é o processo relacionado à abertura de capital mais conhecido pelas empresas – por exemplo, a definição da modalidade em que entrarão no mercado de capitais. O segundo processo ainda está no âmbito da gestão interna da organização – a adaptação do estatuto e de outros procedimentos legais. 

A conjuntura econômica atual é o fator que mais tem afastado as organizações do mercado de capitais atualmente – o indicador foi lembrado por 79% das empresas fechadas participantes do estudo. Ainda reflexo do ambiente econômico desafiador, 66% dessas organizações indicaram que o alto investimento na estrutura da empresa para prepará-la para a abertura é um empecilho. A mudança no controle acionário completa o pódio, ressaltando um aspecto de cultura empresarial importante no mercado brasileiro, formado essencialmente por empresas de controle familiar. Nesse sentido, a transição para um modelo de controle acionário pulverizado coloca-se como uma barreira para parte das empresas de capital fechado.

Em relação aos custos, vale ressaltar que, de acordo com os respondentes das empresas de capital fechado, os gastos de manutenção após o IPO são ligeiramente mais preocupantes do que os gastos antes da abertura.

Empresas de capital aberto

Perfil e práticas

Grupo que traduz as mais avançadas e transparentes práticas de gestão, as empresas de capital aberto correspondem a 21% da amostra da pesquisa. Essas companhias já passaram pelo processo de IPO, e podem avaliar os ganhos obtidos com essa prática e os desafios para ingressar manter-se nesse universo.

Sessenta por cento das empresas de capital aberto levantadas pelo estudo possuem um faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão.

A maior parte (54%) das organizações que realizaram IPOs identificaram que a liquidez do papel da empresa atualmente está abaixo do que esperavam antes da oferta inicial – possivelmente um impacto das incertezas da economia dos últimos três anos sobre o mercado de capitais.

 

Valor na abertura de capital

O IPO foi apontado como a melhor forma de captar recursos para 47% das companhias abertas. Na mesma linha que comprova os benefícios originados da abertura de capital, 46% disseram que houve aumento do valor da empresa após três meses do IPO, com base na percepção dos stakeholders da empresa. 

Uma em cada quatro companhias de capital aberto respondeu que, caso não estivesse listada, avaliaria realizar um IPO em 2018, mesmo considerando a atual conjuntura econômica. Um quinto dos participantes indicou que avaliaria realizar a oferta a partir de 2019.

Metade das empresas que passaram pelo processo de abertura de capital revelou que os gastos de manutenção após o IPO foram maiores do que os estimados antes da operação. Mais uma vez, observa-se uma lacuna de informação prévia, por parte das empresas, sobre os custos e os processos com a oferta inicial.

Entre as companhias listadas, 50% não conhecem ou não souberam responder quais são os gastos para fechar o capital da empresa. Em relação aos procedimentos para o fechamento, a lacuna é consideravelmente menor: apenas 19% indicaram não saber quais são as etapas desse processo.

Visão do RI

Perfil e práticas

Para identificar os desafios e as perspectivas para a função de Relações com Investidores, destacamos alguns resultados que refletem a visão de uma amostra de 22 profissionais que atuam nessa área, tanto em empresas de capital fechado quanto em companhias abertas. Metade desse universo é formada por executivos de nível de diretoria ou até mesmo ocupando a posição de presidente ou Chief Executive Officer (CEO).

 

Prioridades do RI

O profissional de Relações com Investidores que atua no Brasil ainda tem como foco o mercado interno: a prioridade indicada por 64% dos participantes é melhorar a percepção do valor da empresa – ou seja, o valor que o público reconhece sobre os serviços, os produtos e a empresa como um todo – para o acionista nacional.

Investidores nacionais se mostram prioritários para os RIs, uma vez que são mais sensíveis aos impactos das incertezas da economia sobre o valor da organização. Os investidores estrangeiros, por sua vez, costumam privilegiar o médio e longo prazos, e apresentam maior resiliência às intempéries do dia a dia da economia doméstica.

Manter e gerenciar eficazmente o relacionamento com stakeholders e captar a percepção do mercado, repassando-a à alta administração, vêm na sequência na lista de prioridades. 

Entre os temas que os RIs identificam estarem no topo da preocupação dos investidores estrangeiros estão fatores macroeconômicos, reflexo do cenário desafiador que o Brasil vem enfrentando.

Essa preocupação vem tomando lugar de aspectos regulamentares, tributários e fiscais que, em anos anteriores desta pesquisa, costumavam encabeçar a lista de preocupações dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil.

Movimentos de fusões e aquisições e parcerias também estão no radar do profissional de Relações com Investidores, reflexo de um momento em que os ativos nacionais estão atrativos aos investidores estrangeiros.

Tendências de vendas e produção também são destaques no monitoramento realizado pelos RIs. O acompanhamento dos resultados operacionais é relevante para que a divulgação das informações ao mercado feita pelo RI seja acurada e tenha como base dados de qualidade.

 

Percepção de valor

Considerando que melhorar a percepção do valor da empresa para o acionista é uma prioridade para o profissional de RI, a identificação de uma lacuna entre o valor que a administração atribui e o valor que o mercado identifica para a organização é crítica. Sessenta e oito por cento dos RIs entrevistados disseram existir essa lacuna, em menor ou maior intensidade.

Mais de dois terços (68%) disseram ser capazes de captar facilmente o valor percebido do mercado sobre a sua empresa, enquanto 23% declararam não terem essa capacidade.

 

O impacto das novas normas contábeis

A implementação das novas normas internacionais de contabilidade – International Financial Reporting Standards (IFRSs) – representam avanços nas divulgações das demonstrações financeiras, que resultam em melhoria na transparência e comparabilidade das informações divulgadas ao mercado. A adoção das normas de contabilidade é obrigatória às empresas listadas e a estruturação contábil é fundamental para demonstrar confiança ao mercado de capitais.

Entre as normas internacionais de contabilidade que se destacam e que entram em vigor nos próximos anos estão:

1. IFRS 9

Vigência: Entra em vigor a partir de 1° de janeiro de 2018

Setores mais impactados: Financeiro e seguradoras

Estabelece novos requisitos para classificação e mensuração de instrumentos financeiros, inclusive a contabilização de impairment e de hedge accounting. A norma altera a disponibilização de informações, impactando de forma significativa processos, sistemas, projeções de resultados, indicadores financeiros, covenants, pagamento de bônus e dividendos e a percepção de mercado das empresas. A norma favorece o entendimento das demonstrações financeiras por parte de investidores, órgãos reguladores internacionais e agentes do mercado. 

 

2. IFRS 15

Vigência: Entra em vigor a partir de 1° de janeiro de 2018

Setores mais impactados: Telecomunicações, construção, serviços

Define um único modelo de contabilização de receitas decorrentes de contratos com clientes, compreendendo alterações nos valores e no momento de reconhecimento da receita, e exigindo uma revisão de seus atuais contratos, controles internos, processos e sistemas, além de possíveis efeitos fiscais e regulatórios. As receitas de vendas e serviços são consideradas um dos itens mais importantes das demonstrações financeiras e são utilizadas como referência para diversas análises de indicadores de mercado. A nova norma favorece divulgações quantitativas e qualitativas adicionais que refletem maior transparência, alinhamento e comparabilidade das informações financeiras da empresa e do mercado.

 

3. IFRS 16

Vigência: Entra em vigor a partir de 1° de janeiro de 2019

Setores mais impactados: Varejo, aéreo, hotelaria

Abrange os princípios para a contabilização e divulgação de arrendamentos feitos pelas empresas. A norma altera o modelo vigente, que considera duas formas de arrendamento (operacional e financeiro), demonstrando na divulgação das informações financeiras de forma mais clara todos os ativos e passivos arrendados e em poder de uma empresa.

Para cada uma dessas normas, foi avaliado, na pesquisa da Deloitte e do IBRI, o nível de interesse do Chief Financial Officer (CFO) e do RI. É possível notar que ambos demonstram maior engajamento com a IFRS 15 – que versa sobre aspectos de reconhecimento de receita, e que tem forte impacto fiscal e tributário – e a IFRS 9 – que trata de requisitos para classificação e mensuração de instrumentos financeiros. Em relação à norma IFRS 16, por ter um prazo maior para implementação, há ainda pouco engajamento dos CFOs e um interesse relativo dos RIs sobre os impactos desta regulamentação na gestão do patrimônio empresarial.

O mesmo fenômeno acontece com a avaliação de CFOs e RIs sobre a implementação dessas normas em sua empresa. A IFRS 9 e a IFRS 15, que tiveram um tempo maior de divulgação, possuem um ciclo de implementação mais maduro. CFOs e RIs ainda demonstram certo desconhecimento sobre a IFRS 16, que conta com um número expressivo de profissionais que responderam ainda não ter começado ou não saber avaliar a regulamentação.

 

Novo relatório de auditoria

O novo modelo para o relatório de auditoria contábil, que entrou em vigor para as demonstrações financeiras de 2016, já é conhecido por grande parte dos RIs e CFOs. Noventa por cento dos profissionais de relações com investidores responderam estar familiarizados com o novo formato do documento. O engajamento dos CFOs foi ainda maior: 100% deles destacaram conhecê-lo bem.

Na prática, este novo relatório surtiu efeito positivo para um terço (33%) dos RIs respondentes. Metade indicou não ter havido impacto com a sua adoção, enquanto apenas 6% responderam que o seu impacto foi negativo para a comunicação com o mercado.

Na visão dos RIs, os investidores não demonstraram grande engajamento com o novo modelo de relatório: 78% deles indicaram ter baixo ou nenhum interesse no documento.

 

Nova norma de compliance

Outra norma internacional que impactará a governança das organizações é o Non-Compliance with Laws and Regulations, conhecido como Noclar.

A nova regulamentação internacional, proposta pelo International Ethics Standards Board for Accountants (IESBA) e que entra em vigor em julho de 2017, estabelece que os contadores e auditores independentes devem alertar a administração e os responsáveis pela governança da empresa, bem como as entidades regulatórias, quando descobrirem, no exercício de suas funções, desvios de leis e regulamentos, como práticas de corrupção, fraudes e lavagem de dinheiro.

Os RIs demonstraram ter maior conhecimento sobre a norma, em relação aos CFOs. Enquanto 42% dos profissionais de Relações com Investidores indicaram ter conhecimento do Noclar, o número de CFOs com este engajamento é de 29%.

Na visão dos RIs, o Noclar ainda é pouco disseminando para os investidores. Sessenta e cinco por cento dos RIs avaliados indicaram que o investidor não teve interesse em relação à norma.

Amostra do estudo

Edições anteriores

Acesse aqui o histórico de estudos realizados pela Deloitte, em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), que retratam os principais temas e desafios relativos à atuação dos profissionais de Relações com Investidores no Brasil.

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