Pesquisas

Os poderosos do varejo global 2019

Perspectivas econômicas globais

A 22ª edição da pesquisa global da Deloitte traz o ranking dos 250 maiores varejistas do mundo e analisa a performance econômica da indústria por região e por tipo de produto.

Sumário

A economia global está atualmente em um ponto de virada. Até o início de 2018, ela apresentou forte crescimento. Porém, o aumento da inflação, as mudanças de políticas monetárias e fiscais e a desvalorização da moeda da maioria dos mercados emergentes devem trazer a desaceleração da economia no futuro próximo.

Para os varejistas, essa mudança significará um crescimento mais lento dos gastos dos consumidores, bem como preços finais mais altos, além de interrupções nas cadeias de fornecimento globais. A pesquisa “Os Poderosos do Varejo Global 2019” revisa o cenário econômico global e seu impacto no varejo.

O relatório identifica ainda os 250 maiores varejistas em todo o mundo, com base em dados públicos disponíveis para o ano fiscal de 2017 (finalizado em junho de 2018), e analisa seu desempenho em setores geográficos e de produtos. Pela primeira vez, três empresas brasileiras aparecem no ranking: Lojas Americanas S.A.(178º), RaiaDrogasil S.A (223º) e Magazine Luiza S.A (249º).

Principais destaques da pesquisa:

• A receita agregada para as 250 maiores empresas globais de varejo foi de US$ 4,53 trilhões no ano fiscal de 2017, com uma média de US$ 18,1 bilhões por empresa;

• A receita de varejo aumentou para 83% dos 250 maiores varejistas do mundo (208 empresas);

• A Europa tem o maior número de varejistas do Top 250, com 87 empresas sediadas na região (34,8%) e 33,8% de participação na receita do Top 250; 

• Os 10 maiores varejistas do mundo apresentam operações mais globais, em aproximadamente em 13 países, contra a média geral de 10 países para o Top 250. Os varejistas europeus continuam sendo os mais ativos globalmente à medida que buscam crescimento fora de seus mercados domésticos;

• O FMCG (bens de grande consumo) é o maior setor de produtos. Suas 138 empresas (55,2% das empresas) geraram 66,2% da receita de varejo no ano fiscal de 2017.

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