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Global Automotive Consumer Study

Brasileiros priorizam tecnologias em itens de segurança

Dentre os brasileiros que utilizam serviços de veículos compartilhados para se locomover, 55% questionam a necessidade de ter seus próprios carros.

A indústria automotiva, em especial a nacional, tem um grande desafio para garantir a sustentabilidade diante das mudanças de comportamento dos consumidores estimuladas pelas novas tecnologias. É o que mostra a nova edição do Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies. 

A pesquisa é focada em apurar hábitos, costumes e expectativas dos consumidores em relação a preferências tecnológicas incorporadas pela indústria automotiva a seus produtos e aborda também as escolhas e tendências sobre mobilidade indicadas pelos participantes do estudo.

O estudo, realizado em 17 países, incluindo o Brasil, apurou que os itens tecnológicos mais valorizados pelos brasileiros são os relacionados à segurança. Os quatro sistemas que foram considerados prioritários são: de reconhecimento de objetos na via para evitar colisões; de bloqueio de funções do veículo diante de situações de condução perigosa; de avisos de situações de condução perigosa; e de conexão autônoma do veículo para relatar e contatar autoridades ou outros serviços de emergências.

Em comparação com o cenário internacional, a pesquisa mostra que os brasileiros têm expectativas mais altas do que norte-americanos, canadenses ou mexicanos em relação a disponibilidade de recursos avançados de automação (que combinam ao menos duas funções automatizadas, como reconhecimento de objetos na trajetória e frenagem automática ou sensor que sinaliza itens no ponto-cego do motorista).

Outro item relevante apurado pelo estudo é o recuo na disposição do brasileiro de investir em recursos tecnológicos embarcados nos veículos. De acordo com o levantamento de 2014, os consumidores que participaram daquela edição afirmaram que poderiam gastar até R$ 5.951 em média para contar com determinados equipamentos tecnológicos em seus veículos. Essa pretensão de gasto caiu para a média de R$ 1.995 no estudo de 2016.

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