Pesquisa

O Futuro do Processo de Gestão de Riscos Empresariais

Edição 2023 mapeia os desafios e as oportunidades nas áreas de gestão de riscos, controles e governança

O que esperar do futuro da gestão de riscos nas organizações brasileiras?

Vários acontecimentos têm acelerado as transformações no ambiente de
negócios, exigindo que o processo de gestão de riscos empresariais seja rápido, eficiente e cada vez mais integrador – garantindo a sustentabilidade no médio e longo prazo e a perenização/sustentação da estratégia da organização.

Neste cenário, o que esperar quanto ao futuro do processo de gestão de
riscos? Quais os principais desafios e oportunidades no ambiente de negócios
brasileiro?

Estas e outras questões fazem parte da edição 2023 do levantamento realizado pela Deloitte, em parceria com o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), "O Futuro do Processo de Gestão de Riscos Empresariais".

Resultados serão disponibilizados em breve

Confira os resultados da edição de 2022 da pesquisa

A pesquisa “Cinco pilares de riscos empresariais” investiga os mais relevantes temas relacionados a gestão de riscos, controles e governança corporativa no ambiente de negócios do Brasil.

Conheça os resultados completos do levantamento que abordou aspectos como riscos emergentes, respostas das empresas às evoluções tecnológicas e regulatórias, governança ambiental, social e corporativa e gestão de crises no contexto da pandemia de Covid-19.

Cinco Pilares de Riscos

Acesse o relatório

Principais resultados da pesquisa

A conclusão

Frente a um contexto de negócios global e interinfluente, a função de gestão de riscos deve transformar-se para endereçar não apenas os aspectos financeiros e operacionais, mas privilegiar também os grandes temas de impacto sobre os negócios, tais como mudanças climáticas, ESG e cadeia de fornecimento. 

O cenário

Empresas avançam na estruturação de áreas e funções para a gestão de riscos, mas enfrentam desafios em formalização, integração e acompanhamento tempestivo e contínuo dos processos.

A resposta

A tecnologia, ainda explorada de forma superficial pelas empresas em seus processos de gestão de riscos, é uma forte aliada para habilitar a integração, o caráter preditivo e a automatização dos reportes relacionados à função.

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