Comunicados de Imprensa

Dinheiro é o presente mais desejado, mas os livros serão o mais oferecido pelos portugueses este Natal

Estudo de Natal 2015

Expectativas de presentes voltam a não coincidir com as intenções de compra dos portugueses: dinheiro é o mais desejado, livros o mais oferecido. Diferenças de presentes entre homens e mulheres acentuam-se, com eles a privilegiar a tecnologia e elas os produtos de moda.

O dinheiro volta a ser o presente mais desejado este Natal pela maioria dos portugueses (57%), no entanto só 16% afirma que irá oferecer esta categoria de presente. São os livros que ocupam o topo das intenções de compra dos consumidores nacionais, com 4%, seguido de roupa/calçado (39%) e chocolates (31%). Segundo o Estudo de Natal 2015 da Deloitte, os portugueses estão mais cautelosos, esperando-se que pesquisem mais online sobre os produtos e realizem menos compras por impulso. O fator preço mantém-se como a variável critica no processo de decisão de compra.

“Existe, em média, na Europa um aumento da discrepância entre as intenções de compra e as expectativas de presentes. Um número significativo de europeus passou a ter este ano como principal expetativa de presente dinheiro ao invés de livros, resultando num desalinhamento com as intenções de compra, maioritariamente entre livros e chocolates”, esclarece Nuno Netto, Associate Partner da Deloitte.

Tal como nos anos anteriores, existem também diferenças significativas no que diz respeito ao top 10 de preferências entre homens e mulheres. Enquanto os homens privilegiam tecnologia (smartphones, laptops e tablets), as mulheres preferem produtos de moda (calçado, cosméticos e joalharia). Existe igualmente uma divisão nas expectativas de presentes entre grupos etários, com os mais jovens (18-24 anos) e adultos (25-44 anos) a preferirem dinheiro, por contraste com os mais seniores (44-64 anos) que pretendem livros.

Para as crianças, os portugueses preferem oferecer brinquedos educativos (70%) e também inovadores (10%).

O estudo revela ainda que a primeira quinzena de dezembro é a altura escolhida pelos portugueses (35%) para fazerem as compras desta época, embora uma grande parte (24%) prefira deixar estas tarefas para a última semana antes do Natal - 16 a 24 de dezembro.

Mais cautela no momento de decidir o que comprar

Os consumidores estão, em geral, mais cautelosos em relação ao seu comportamento de compra, recorrendo mais ao online para procurar opiniões e sugestões (30%) e sobretudo melhores preços (41%), e evitando compras por impulso (64% - menos 15 pp. face a 2014). “Apesar do fator preço se manter, de uma forma destacada, como a variável crítica no processo de decisão de compra, com 51%, este valor diminuiu face aos 75% de 2014”, destaca Nuno Netto da Deloitte.

A maior consciencialização para temas relacionados com a sustentabilidade acaba por influenciar  também a decisão de compra. Os consumidores estão, em 2015, mais disponíveis para comprar produtos ecológicos e sustentáveis. Ainda assim, o fator com maior influência continua a ser a informação disponibilizada nas embalagens.

Cerca de 26% dos portugueses consideram que entre 26% a 50% dos seus gastos finais são influenciados por promoções, uma percentagem superior à dos europeus. Apenas 4% dos consumidores mencionam que as promoções não têm qualquer impacto nas suas decisões de compra este Natal.

Os portugueses estão igualmente mais sensíveis aos programas de fidelização das marcas, com 52% dos inquiridos a revelar que este tipo de programas tem uma importância média/alta no seu processo de decisão. Por sua vez, para os europeus estes programas têm uma importância média ou baixa. O que realmente influencia a decisão final de compra depende da natureza do que lhes é oferecido com esse ato (montante total, dinheiro ou coupons, etc.). 

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mamatos@deloitte.pt
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Nota técnica

As conclusões do Estudo de Natal 2015 devem ser contextualizadas no período de tempo em que o trabalho de campo foi realizado, de 28 de setembro a 5 de outubro. Deste modo, e em consequência dos recentes desenvolvimentos políticos poderá, eventualmente, ser alterado o sentido de algumas das conclusões.

Esta edição do estudo de Natal 2015 abrange 14 países e foi desenvolvido com base numa amostra representativa de consumidores europeus, num total de 14.065 inquiridos, dos quais 761 portugueses.

Sobre a Deloitte

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