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Preparação e custos para abertura de capital no Brasil

Uma análise sobre as ofertas de ações no País entre 2004 a 2020

Conheça mais sobre os desafios e os custos de uma oferta de ações no estudo lançado pela Deloitte em parceria com a B3.

O mercado de capitais está aquecido no Brasil, impulsionado pelo forte crescimento de pessoas físicas na bolsa. Nesse contexto, as empresas que investem em uma preparação de longo prazo são as menos impactadas pelos custos relativos ao IPO.

Conheça mais sobre os desafios e os custos de uma oferta de ações no estudo “Preparação e custos para abertura de capital no Brasil”, lançado pela Deloitte em parceria com a B3.

Destaques do estudo

  • A média do percentual dos custos com ofertas públicas em relação ao valor distribuído é de 4,9% para IPOs, de 3,4% para follow-ons e de 3,5% para follow-ons de acordo com a Instrução CVM 476.
  • O percentual do custo para a abertura é menor nas ofertas com maior valor captado.
  • As comissões de colocação, coordenação, garantia de liquidação e incentivo, entre outras, compõem a maior parte dos custos para a abertura de capital. Já as despesas com auditores, advogados e publicidade, entre outras, são em menor proporção no montante dos custos.
  • A maior parte das empresas faz a sua oferta inicial em segmentos mais elevados de governança corporativa; a criação de uma estrutura de transparência, controles e governança tem impacto positivo na atratividade de investidores, na valorização do negócio e na imagem da empresa.
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