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Pesquisas

Custos para abertura de capital no Brasil

Uma análise sobre as ofertas entre 2005 e 2017

Estudo da Deloitte feito com 198 empresas que realizaram IPOs e ofertas subsequentes entre janeiro de 2005 e abril de 2017 apresenta informações que podem auxiliar os administradores na tarefa de planejar o futuro de suas organizações.

As empresas possuem diversas fontes de financiamento à sua disposição. Para escolher a mais adequada, é necessário avaliar o perfil da organização, a sua estratégia e as implicações que a fonte escolhida trará. Abrir o capital é um dos caminhos, já que permite à empresa contar com o mercado de capitais para crescer.

O acesso ao mercado de capitais envolve uma grande mudança cultural. Nesse contexto, a Deloitte, em parceria com a B3, preparou o estudo com o objetivo de trazer informações úteis aos participantes do mercado de capitais brasileiro, tendo como base as informações públicas das 198 empresas que realizaram suas IPOs (Initial Public Offering ou oferta pública inicial) e ofertas subsequentes entre janeiro de 2005 e abril de 2017. 

De acordo com a mediana apurada pelo estudo, o custo para a abertura de capital no Brasil ficou em 4,8% do valor distribuído das ofertas iniciais lançadas pelas empresas que fizeram IPOs nos últimos 12 anos. Já a mediana para uma emissão subsequente (follow-on) foi de 3,7%. 

De acordo com a mediana apurada pelo estudo, o custo para a abertura de capital no Brasil ficou em 4,8% do valor distribuído das ofertas iniciais lançadas pelas empresas que fizeram IPOs nos últimos 12 anos. Já a mediana para uma emissão subsequente (follow-on) foi de 3,7%. 

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