Pesquisas

Auditoria Interna 3.0

O futuro é agora

Organizações se lançam gradativamente em um futuro em que a tecnologia, a inovação e a disruptura são os pontos-chave para suas atividades. A auditoria interna precisa de esforços contínuos para atender à crescente lista de necessidades dos públicos de interesse para acompanhar esse cenário.

Ao se aproximar do fim de uma década de incertezas – em que as empresas precisam enfrentar riscos estratégicos, de reputação, operacionais, financeiros, regulatórios e cibernéticos – a área de Auditoria Interna, enxerga nesse cenário uma real necessidade de se reinventar. Como outras áreas das organizações, ela está de fato inserida na Quarta Revolução Industrial, em que novas tecnologias como digitalização, robótica e inteligência artificial mudam a forma de fazer negócios.

A pesquisa global da Deloitte “Auditoria Interna 3.0” expõe os pontos de vista de executivos e líderes de auditoria interna sobre as expectativas e os planos para atender às novas demandas para a área, destacando os principais elementos para a próxima geração.

Principais tendências para a área:

Assegurar

A segurança continua sendo o principal papel da auditoria interna. Contudo, os riscos envolvidos são mais amplos e devem ser tratados em tempo real. Embora a segurança seja uma prioridade da área, não deve ser o limite. Na Auditoria Interna 3.0, os requisitos dos públicos de interesse podem ser atendidos por meio de inovação e tecnologia.

Aconselhar

Consultoria sobre a gestão eficiente de controle, iniciativas de mudanças, melhorias na gestão de risco e estruturação de mecanismos de segurança são ações da auditoria interna esperadas pelos diversos públicos de interesse. Mesmo em questões que abrangem a independência, no novo cenário, atividades podem respeitar esse tópico e auxiliar os negócios, promovendo objetividade, integridade e profissionalismo.

Antecipar

No futuro a auditoria interna alerta sobre o que poderia fugir dos planos e as formas de atenuar dificuldades, bem como introduzir o senso de risco e as soluções para mitigá-los, ajudando no melhor monitoramento e antecipação de riscos emergentes.

Desenvolvimento para a Auditoria Interna 3.0

  • Ativos digitais: ferramentas de robótica, inteligência artificial e visualização já começaram a transformar as funções da auditoria interna, trazendo inovação.
  • Habilidades e capacidades: as práticas de auditoria interna precisam de novas habilidades para posicionar a área no desenvolvimento de sua interação com os públicos de interesse e mudar também as abordagens e mentalidades tradicionais.
  • Facilitadores: os facilitadores, como os núcleos de segurança automatizados, ajudam a auditoria interna a fornecer novos valores e melhorias que geram impacto e influência.
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