Pesquisas

Gestão de desempenho de ativos

Valor agregado além da manutenção preditiva

A gestão de desempenho de ativos (APM) pode trazer positividade e melhoria da manutenção, além de conectar sistemas organizacionais e fornecer percepções que otimizem operações, segurança e resultados financeiros.

Nos últimos anos, muitas organizações que fazem uso intenso de ativos (particularmente as indústrias de mineração, energia, óleo, gás e produtos químicos) buscam a Internet das Coisas industrial (IIoT) e as tecnologias cognitivas para aprimorar um aspecto crítico de seus negócios – a confiabilidade do equipamento.

Os programas de gestão de desempenho de ativos (APM) podem exercer um papel importante na condução de processos nas organizações, por exemplo, conectar sistemas do planejamento de recursos empresariais (ERP), segurança e qualidade e gerenciamento de estoque. No entanto, muitos líderes ainda veem a tecnologia simplesmente como uma manutenção mais avançada, levando a muitos programas ímpares que geram percepções e benefícios derivados daqueles oferecidos inicialmente.

Como o desempenho dos ativos é afetado por variáveis nas operações e no fornecimento de materiais, as empresas que não conseguirem conectar o APM com outras tecnologias e dados na rede digital (DSN) não serão capazes de aproveitar o máximo do sistema.

Cinco por cento das empresas alcançaram um programa APM que ajuda a otimizar a manutenção, as operações e decisões de investimentos de ativos, visando a obtenção de resultados financeiros. A pesquisa global da Deloitte “Gestão de desempenho de ativos” auxilia empresas a visualizar um programa APM por três perspectivas – manutenção, operação e segurança, que podem ajudar a obter um impacto muito maior.

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