Pesquisas

Governança de terceiros e gestão de riscos 

Foco no futuro

A terceira edição da pesquisa global da Deloitte examina como as organizações endereçam o aprimoramento da gestão de riscos corporativos em meio à dependência de terceiros e ressalta que o processo de amadurecimento tem sido vagaroso.

O estudo global da Deloitte “Foco no futuro: Governança de terceiros e gestão de riscos” aponta como a coordenação de riscos corporativos continua a beneficiar as empresas, permitindo que elas renovem suas estratégias e investimentos nos negócios com o objetivo de mitigar os riscos produzidos por terceiros que possam gerar ações punitivas.

Os resultados do levantamento revelam que as organizações adotam visões estratégicas em seus processos para estabelecer mais valor, mas também identificar novas oportunidades. O levantamento indica ainda que a dependência de terceiros continua crescente. Cinquenta e três porcento dos entrevistados afirmaram constatar um aumento significativo na requisição de terceiros. Apesar desse contexto, apenas 20% das organizações otimizaram seus sistemas e processos priorizando a governança de terceiros e gestão de riscos. Mais da metade espera que a jornada para alcançar a maturidade seja de dois a três anos, ou mais.

A geração de qualidade é um dos motivadores para a aplicação do plano de mitigação de riscos e compliance. No caso dos investimentos, as empresas exploram benefícios como melhoria na flexibilidade organizacional, inovação, confiança em suas marcas e aumento de receitas.

Seis áreas-chave para impulsionar a governança de terceiros:
  • Riscos inerentes e maturidade: as organizações devem estabelecer autoavaliações para frear o aumento de riscos relacionados à dependência de terceiros;
  • Negócios e investimentos: os modelos de governança de terceiros e gestão de riscos explora também o lado positivo das ameaças e os proveitos alcançados, não somente pontos negativos;
  • Controle centralizado: empresas têm buscado centralizar suas estruturas e métodos tecnológicos para amenizar possíveis ameaças;
  • Plataformas tecnológicas: as adesões de ferramentas tecnológicas cooperam como fonte de soluções;
  • Riscos de terceiros: as organizações demandam de visibilidade e monitoramento dos subcontratados por terceiros;
  • Ações diretas e responsabilidades: o primordial é que a administração de riscos esteja alinhada com os executivos das organizações, conduzindo a um maior engajamento nas equipes internas.
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